Quarta-feira, 24 de Junho de 2009

Notas Direitas

1ªNota: Não ao TGV. Novo Aeroporto de Lisboa, se for, será em "marcha lenta". Metade das Auto-Estradas projectadas para abortar. Não vai haver subidas de impostos. Pequenas e médias empresas com medidas financeiras que desapertem o garrote da sua existência económica... eis as primeiras linhas das opções estratégicas de um hipotético governo de Manuela Ferreira Leite para os próximos 4 anos. Tudo isto foi revelado hoje...esperemos pelo "esperto" conta-gotas político para a continuação do derrame de ideias que sirvam a opção de escolha.

 

2ªNota: Na AUTOEUROPA, os trabalhadores e suas excessivas influências sindicais, mostraram cabalmente o que é deixar alguns resíduos de poder à disputa entre Comunistas e Bloquistas... o resultado foi...que se "lixassem" os mais de 200 trabalhadores com contracto a prazo. Assim, abriram o flanco, levarando a bofetada de luva branca da administração que perante uma rejeição repugnante dos trabalhadores, fecha uma nova solução laboral não negociável, pior para todos, mas evitando, para já, o desemprego dos "entalados" por próprios colegas! Já para não falar de uma comissão de trabalhadores, até à data vista como equilibrada, independente e influente que com a história dos últimos 15 dias leva uma "estocada" valente na sua utilidade. 

 

3ªNota: Uma pré-época vai começar no mundo do futebol profissional nacional e ainda ninguém desceu de divisão, por incumprimento das obrigações salariais e fiscais para com jogadores ou estado... é difícil acreditar!! Uma época inteira a falar deste estigma e chega a hora da verdade e nada. Vamos esperar mais um pouco...

 

sinto-me: Bem
música: Lies
publicado por Planeta Roxo às 22:37

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Segunda-feira, 22 de Junho de 2009

Penalty's-Projectos para os próximos 4 anos

Na próxima legislatura a aposta na energia solar é óbvia, devendo ser para continuar ainda com mais ímpeto. Contudo, na minha humilde óptica deve incluir os seguintes aspectos:

1-Prolongar o programa de apoio à instalação de painéis solares térmicos. Ou, no mínimo, incrementar no IRS, as deduções fiscais  à sua instalação no imobilizado "velho".

2-Criar um programa de apoio à implementação de painéis fotovoltaicos no interior do país, indo buscar o dinheiro às receitas da GALP e EDP (impostos e dividendos).

3- Não cair em mega-projectos nesta área e na "onda" da micro-geração, apostar nos micro-projectos dispersos, a todos os níveis mais flexíveis do ponto de vista económico, financeiro e técnico. Virar a alternativa solar para escolas, centros de dia, centros de saúde e juntas de freguesia, como alavancas de um projecto  sério, ambicioso, de visão futura sem prespectiva de lucro a curto prazo. 

4- Estabelecer parcerias com os líderes tecnológicos mundiais na área do solar "metendo lá" investigadores e jovens lusos a aprender, ao mesmo tempo fortalecendo a componente operacional formando mais e melhores electricistas.

5-Saber perceber que o mix energético para Portugal não é forçosamente o pretendido por EDP, Iberdrola ou Endesa, e pensar (o governo), como muitos especialistas pensam, que provavelmente a revolução energética vai se dar quando cada um de nós for produtor de energia.    

 

sinto-me: bem
música: Kids
publicado por Planeta Roxo às 20:32

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Quarta-feira, 17 de Junho de 2009

Penalty's- Projectos para os próximos 4 anos

Como o nosso governo acusa as demais forças da sociedade de "bota-abaixismo", eu, no meu espaço livre oferecido pela Sapo, venho, até às eleições legislativas, propor algumas linhas de acção para um projecto de país melhor.

 

A foto à esquerda traduz o meu primeiro PIN (Projecto de Interesse Nacional). Investir mais na floresta, montado e preservação da natureza apoiando a plantação de árvores. Razões;

1-Favorecem a retenção de dióxido de carbono, factor que no futuro bem próximo valerá milhões; 

2-São um recurso das centrais de biomassa (que devem ser democratizadas em termos de acesso, através de medidas objectivas que beneficiem o armazenamento, transporte e venda da mesma);

3-Ao escolher 4 ou 5 famílias de árvores primordiais equilibrar a equação do desenvolvimento sustentado, aliando interesses económicos, ambientais e sociais.

4-As árvores evitam a desertificação que vai crescendo no interior de Portugal;

5-Não vejo como o turismo rural se desenvolve sem património vegetal (delapidado por incêndios). 

  

sinto-me: bem
música: Rooster
publicado por Planeta Roxo às 19:32

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Quarta-feira, 10 de Junho de 2009

Penalty's

Os números; Sexta-feira dia 05 de Junho, na última sondagem SIC/EXPRESSO antes das eleições europeias, o PS ganhava as eleições com 4,1% de vantagem sobre o PPD/PSD, estando ambos na casa dos 30%.

 

Contudo, a realidade ofereceu-nos uma vitória do PPD/PSD com uma vantagem de 5,1%, com o PS claramente abaixo dos 30% em segundo lugar.

 

A comunicação social não esperava! Mas sejamos justos, quantas vezes a comunicação social portuguesa sente e percebe a verdadeira pulsão e percepção da realidade que emana da existência civilizacional de cada um de nós? Gravitam muito à volta da trica política que usam de forma inteligente para fins pouco nobres.        

 

Pela segunda vez, quase seguida, os meus parabens aos fãs do PS na comunicação social, em especial Nicolau Santos, Henrique Monteiro, Fernando Madrinha, António Costa (Director do Semanário Económico) e grande parte dos profissionais da RTP. Por mais que tentem nunca vão disfarçar uma péssima governação de Sócrates. Péssima porquê? Deixo quatro de muitas razões; 1ª Teve uma inédita paz social para executar o que nunca tinha sido feito e nada fez de verdadeiramente profundo; 2º O desemprego e insegurança aumentaram; 3ª O défice foi cortado praticamente só à custa de operações de "mercearia" (subida louca da carga fiscal); 4ª A justiça e a educação em termos de rigor e qualidade estão piores que em 2005, apesar do esforço pífio para "higienizar" as classes de professores e juízes.

 

A frase; "...O título de campeão nacional de Basketball não me diz nada... ". Manuel Vilarinho, na qualidade de presidente da assembleia geral do Sport Lisboa e Benfica comentando o título ganho nessa modalidade na época que finda.

 

Percebe-se que o homem não pode dar entrevistas. Percebe-se que nunca vai entender uma das verdadeiras razões do sucesso do Benfica...o ecletismo. Vê-se que é limitado, sendo o típico "tuga" que só gosta de futebol. Para meu desgosto, Manuel Vilarinho representa uma fracção de adeptos benfiquistas da qual não faço parte. Infelizmente temos que "levar" com ele, pois salvou-nos de Vale e Azevedo, tendo de seguida  "enterrado" milhões para evitar o "coma" do clube. É assim mesmo, a força do dinheiro tem estes amargos de boca, quem tem culpa são os benfiquistas que quase evaporaram com o clube ao "escolherem" João Vale e Azevedo para presidente, depois temos que aceitar estes bombeiros.

 

Quanto ao carácter ofensivo da declaração  para com atletas, treinadores, dirigentes e demais funcionários das modalidades amadoras, a resposta dos mesmos é fácil, mais vitórias, cumprir orçamentos e "lutar" pela criação de receitas.

 

Já agora, alguém explicou a estratégia da Benfica TV ao Manuel Vilarinho? É que declarações como esta não ajudam e são até contraditórias com o discurso vigente, por exemplo, de Domingos Soares Oliveira.   

 

Por último, era bom que alguém, de uma vez por todas, fizesse um estudo ou inquérito alargado, ou até mesmo institui-se como obrigatoriedade, a consulta de todos os sócios sobre a percentagem de quotização que deve reverter para as modalidades amadoras. O ideal era que essa pergunta acompanha-se o boletim de voto das eleições, assim, não havia dúvidas! A pergunta devia ser algo como isto; Entre 5% e 15% qual a percentagem mínima da receita de quotização a reverter para a manutenção das modalidades que não o futebol? O resultado final em média ponderada devia ser referencial mínimo nos 3 anos seguintes de mandato.

 

As imagens; Dos festejos do Bloco de Esquerda pelo resultado alcançado nas eleições europeias (nas várias estações televisivas).

 

Ao ver aquilo, um misto de preocupação e repulsa me assaltou a mente.

 

A repulsa; Olhar as pessoas que festejavam fez-me lembrar o Bairro alto de Lisboa a cheirar a urina, cheio de lixo, com putos mal educados que passeiam álcool na rua e a droga que se vende nas esquinas com a passividade de uma sociedade que caminha alegremente para o nada de um retocado Socialismo Soviético da primeira metade do Século XX.

 

A preocupação; O povo português em desespero faz escolhas erradas. Portugal é e sempre foi um país maioritariamente de esquerda onde há mais espaço para as visões redutoras e centralizadas de Rosseau, do que para as prespectivas progressitas, mais eficazes e democráticas de James Madison. 

     

sinto-me: bem
música: kids
publicado por Planeta Roxo às 15:01

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Quinta-feira, 4 de Junho de 2009

Momentos em Portugal

Porto Santo 09/05/2009

O mar é ali, o caminho curto, provavelmente a melhor saída, de barco claro, para fugir daqui e encontrar a liberdade de pensamento e acção.

 

  

Walking to the sea

 

O próximo texto é dedicado aos actuais e futuros vereadores da habitação social na câmara municipal de Lisboa. Percebam o actual momento de vergonha e escândalo absoluto da responsabilidade dos vossos antecessores, comportem-se com dignidade, nobreza, seriedade e elevação no desenvolvimento das funções a vós confiadas. 

 

Constituição da república portuguesa

Artigo 65.º 
Habitação e urbanismo

 

1. Todos têm direito, para si e para a sua família, a uma habitação de dimensão adequada, em condições de higiene e conforto e que preserve a intimidade pessoal e a privacidade familiar.

2. Para assegurar o direito à habitação, incumbe ao Estado:

a) Programar e executar uma política de habitação inserida em planos de ordenamento geral do território e apoiada em planos de urbanização que garantam a existência de uma rede adequada de transportes e de equipamento social;
b) Promover, em colaboração com as regiões autónomas e com as autarquias locais, a construção de habitações económicas e sociais;
c) Estimular a construção privada, com subordinação ao interesse geral, e o acesso à habitação própria ou arrendada;
d) Incentivar e apoiar as iniciativas das comunidades locais e das populações, tendentes a resolver os respectivos problemas habitacionais e a fomentar a criação de cooperativas de habitação e a autoconstrução.

3. O Estado adoptará uma política tendente a estabelecer um sistema de renda compatível com o rendimento familiar e de acesso à habitação própria.

4. O Estado, as regiões autónomas e as autarquias locais definem as regras de ocupação, uso e transformação dos solos urbanos, designadamente através de instrumentos de planeamento, no quadro das leis respeitantes ao ordenamento do território e ao urbanismo, e procedem às expropriações dos solos que se revelem necessárias à satisfação de fins de utilidade pública urbanística.

5. É garantida a participação dos interessados na elaboração dos instrumentos de planeamento urbanístico e de quaisquer outros instrumentos de planeamento físico do território.

   

sinto-me: bem
música: freedom
publicado por Planeta Roxo às 22:47

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