Terça-feira, 25 de Setembro de 2012

Flash Liberal- Execução Orçamental Janeiro-Agosto 2012

Ver o documento é uma experiência;

Desanimadora- O saque fiscal em 2012 não se aproxima da eficácia calculada pelo governo, nem sequer da receita do ano anterior. O corte nas ‘gorduras’ do Estado está a ser feito a ritmo insuficiente (pese embora melhorias que em contexto normal certamente seriam consideradas assinaláveis);

Dantesca- A despesa não para de subir. Sejam aquelas expectáveis de contrair no exercício do ano ou as provenientes de dívidas antigas que urge colmatar “…A despesa com bens e serviços e outras despesas correntes aumentou 15,5 % (4,2 % até julho) devido ao pagamento de dívidas do SNS. Corrigido este fator ter-se-ia uma redução destas despesas de cerca de 4,8% (-4,1% em julho)…”.

Dilacerante- O juro pago pela nação ‘cresce’ 676.3 milhões de euros em relação a 2011. O estado socialista dos direitos injustamente adquiridos para toda a vida, escraviza cada vez mais quem trabalha numa lógica estúpida de solidariedade geracional e interprofissional que premeia função pública e seus reformados (sim porque justiça insuficiente é sempre ganho para a cigarra) em detrimento de cidadãos livres do sector privado, no activo ou na reforma.

Desigual- O ajustamento violento no mundo ‘privado’ acontece a ritmo avassalador, ao contrário do observável no ‘serviço público’.

Desesperante- A não ser que quem nos ‘dá a esmola’ perdoe dívida ou aceite uma revisão profundíssima e abonatória da nossa condição de ‘pedinte’, 2013 vai ser igual ou pior, os números não enganam.

Declarativa- O governo faça o que fizer haverá muito ‘sangue’. Eu só estou disposto a mais austeridade temporária se verificada redução estrutural bastante significativa na despesa pública, com ou sem deriva ideológica.

Mais, se tal não se verificar, por incompetência, incapacidade ou imobilidade, estarei receptivo ao ambiente ‘guerra civil’ que muitos por aí defendem. Claro está que facção irei integrar.

 

sinto-me: bem
música: Alma mater (Rodrigo Leão)
publicado por Planeta Roxo às 23:13

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Quarta-feira, 18 de Julho de 2012

Flash Liberal- Os rendimentos de capital, um exemplo prático à atenção do Presidente do TC. Com números tem outra imagética!

Pelo que ouvi ao dignissímo falta mais taxação sob rendimentos de capital. Com exemplo prático pode ver-se que não. O Estado já rouba 25% dos rendimentos de pequenas poupanças, diga-se, já pagaram IRS e IRC. Então reduzir os ordenados dos FP's até quase 25% (nos casos extremos) é muito, mas 25% de roubo sob dinheiro alheio não?

Assim se percebe como mais um mestre do confisco -Presidente do Tribunal Constitucional- respeita os rendimentos e propriedade privada, assim se percebe como, na sua óptica, se incentiva a poupança, assim se percebe como a função pública, se preciso for, arrasará com os poucos que tenham sido previdentes em prol da sua boa vidinha...a isto chama-se escravidão. Como é que um funcionário público com responsabilidades superiores tem coragem de dizer que o Estado precisa taxar mais rendimentos de capital quando em 186,88€ de juro rouba 46,72€?

sinto-me: bem
música: Civil War (G&R)
publicado por Planeta Roxo às 00:13

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Sexta-feira, 6 de Julho de 2012

Notas Direitas- O Acórdão Nº353/2012 do Tribunal Constitucional, as questões de justiça para com os escravos -trabalhadores do sector privado-

1ªNota: O Tribunal Constitucional (TC) diz que todos devem contribuir, na medida das suas capacidades, para suportar os reajustamentos do país. Esquece-se vergonhosamente de quem, ao longo dos últimos 37 anos, beneficiou claramente dos actos que nos levam à necessidade dos actuais reajustamentos... os funcionários públicos. Foi muito zeloso quanto à desigualdade da repartição de sacrifícios, mas ignorou que a distribuição das benesses resultantes dos desequilíbrios acumulados fluiram sempre na mesma direcção e sentido. Aí o conceito de igualdade foi às ortigas...obrigado com ex-juízes do tribunal reformados aos 42 aninhos.

2ªNota: Achou que o limite do sacrifício exclusivo aos funcionários públicos está bem calibrado nos 5 ou 10% cortados temporariamente na retribuição, mas, só por estarem submetidos à causa do serviço público. Então e a parte do seu fraco rendimento ao longo de décadas? O problema não é o valor do ordenado em si, mas sim produzirem em desconformidade com ele! Então e a parte relativa à segurança do emprego? Como foi possível o TC subvalorizá-la como fez?

3ªNota: Pese embora o TC tenha secundarizado o tema dos reformados, também a eles é justo pedir mais, se o pagamento das suas prestações assenta na solidariedade nacional, quando não há espaço para a fazer, pode e deve cortar-se. Mas o TC ignora a real escravidão a que estão sujeitos os trabalhadores do privado ao abrigo do referido princípio. E vai daí sugere mais exploração em condições Marroquinas ou Congolesas. Até agora eramos escravos à moda portuguesa, o TC quer mesmo passar-nos para a condição de escravo Africano.

sinto-me: bem
música: Lonely Boy (The Black Keys)
publicado por Planeta Roxo às 20:22

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