Quarta-feira, 14 de Maio de 2008

Vinhos em noites de fim de semana

Azienda Agrícola dell’Istituto Diocesano

per il Sostentamento del Clero di Vittorio Veneto

Lison Pramaggiore DOC

Colheita 2005

 Cabernet Franc

Não tem preço (Oferecido)

 

Apresentação

 

Rotulagem de bom gosto e apelativa. Recorre aos brazões/dísticos do clero tão ao gosto da maioria das sociedades Latinas. Rolha, peça inteira de qualidade média. Garrafa, bordalesa verde.  

 

Prova

 

Aspecto- Limpo e aberto. Violeta pouco exuberante. Sem lágrima o que denunciou o seu fraco teor alcoólico.  

Nariz- À partida tostados muito intensos, identifiquei o aroma muito com fumo. Meia hora depois de aberto detectou-se alguma evolução. Tendo concordado com a presença de baunilhados correctos e mesmo alguns aromas a chá e infusões.

Boca- O melhor do vinho. Corpo normal, globalmente equilibrado e com uma acidez bem interessante para quem está farto de vinhos chatos e excessivamente uniformes.

 

Avaliação final

 

Vinho correcto, muito razoável. Está na altura para ser bebido, não ganha nada em ficar mais tempo na garrafa.     

 

Nota final

 

Não saber o preço condiciona muito a pontuação. Mas na segunda incursão deste blog por vinhos estrangeiros classifico este com 14 valores.

 

Lison Pramaggiore- É uma região relativamente perto de Veneza, bem no lá no norte da “bota”. Pela amostra não é difícil admitir que em Itália a qualidade média dos vinhos parece ser aceitável. Este, foi uma cortesia de um empresário italiano, do qual sou consultor alimentar, e que traz uma "palete" dele quando vai à sua terra natal.  

 

 

sinto-me: bem
música: ser benfiquista
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publicado por Planeta Roxo às 22:54

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Segunda-feira, 31 de Março de 2008

Vinhos em noites de fim de semana

 

 

Casa Ermelinda Freitas

Tinto Regional Terras do Sado

Colheita 2005

 Syrah

Preço 20 € (Na adega)

 

Apresentação

 

Rotulagem elegante e normal. Comunicação intimista, é nela que se tenta a ligação emocional com o consumidor. Rolha, peça inteira Amorim, sem ser de topo também não é má. Garrafa, bordalesa castanha.

 

Prova

 

Aspecto-Brilhante e profundo. Violeta com toques de castanho nas paredes do copo.  

Nariz- Perfumado, interessante. Frutado, neste deu-me para a fruta dissecada, estilo figo e compotas. Baunilhados e tostados da madeira presentes sem o desiquilibrar.

Boca-Corpo médio. Globalmente equilibrado, contudo os taninos na minha opiníão são ligeiramente duros.

 

Avaliação final

 

Vinho muito bom. Uma bom Syrah de Portugal que deve encher de orgulho a sua criadora e as Terras do Sado.    

 

 Nota final

 

17 valores. O único problema é que provavelmente não vale os 20 €. Numa prova com amigos deram-lhe também 16. 

 

O melhor vinho do mundo- Foi o prémio que este vinho ganhou em prova cega na cidade de Paris «Vinalies Internatoinales 2008». Eram 3000 vinhos de 36 países diferentes. A lotaria saiu à Casa Ermelinda Freitas. É um muito bom vinho mas... Melhor vinho do mundo!!!...there's no such thing when you talk about subjective experiences.  

 

 

sinto-me: bem
música: ser benfiquista
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Sexta-feira, 28 de Setembro de 2007

Vinhos em noites de fim de semana

SIMI Chardonnay

Los Carneros (USA,CA)

Colheita 2005

Preço 29 $USD

 

Apresentação- Clássica. Rotulagem colocada, simétrica e eficaz. Garrafa, borgonha verde. Rolha, peça inteira Portuguesa.

 

Aspecto- Palha ligeiro. Limpo. Lágrima robusta indicando a potência do seu teor alcoolico (14,5%).

 

Nariz- Maduro. Intrigante, entre a meloa e cítrico. Madeira no ponto.

 

Boca- Fresco e ontuoso. Persistente com um final elegantissimo.

 

Avaliacão- De elite. A sua madeira equilibrada torna-o apelativo e confere-lhe personalidade. Esta a um nível muito superior de um vulgar Chardonnay internacional. Preço alto para bolsas da classe media portuguesa, mas nos E.U.A., ao alcance de qualquer vulgar cidadão remediado.

 

Nota Final- 18 Valores.

 

Observação- Los Carneros e a designacão geográfica de um “Terroir” situado imediatamente a norte da baía de San Francisco, na extremidade Sul de Sonoma County fazendo fronteira com Napa County. Simi Winery a segunda adega mais antiga dos E.U.A, situada no winecenter of Sonoma County...the pretty town of Healdsburg.

 

 

 

sinto-me: cool
música: mundos mudos
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Quarta-feira, 15 de Agosto de 2007

Vinhos em noites de fim de semana

Subsídio

Thomas de Lima Mayer

Tinto Regional Alentejano

Colheita 2005

Aragonês, Syrah, Alicante Bouschet e Cabernet Sauvignon

Preço 4,99 € (Supermercado Modelo)

 

Apresentação

 

Nome super original. Roupagem elegante, personalizada e directa. Rolha, granulado “Twin Top”. Garrafa, bordalesa castanha.

 

Prova

 

Aspecto-Limpo, violeta vivo. Vistoso.

Nariz-Cabernet em destaque, porém, não desequilibra. Tostado ligeiro. Agradavelmente cheiroso.

Boca-Taninos redondos e maduros. Não impressiona, mas também não desilude.

 

Avaliação final

 

Vinho bom, a caminhar para o clássico tinto internacional, falta-lhe apenas um pouco mais de exuberância na boca.     

 

 Nota final

 

15,5 valores. Talvez o grande desafio do sector vitivinícola português é trazer este tipo de vinhos para a casa dos 3 a 4 €. Vinho para beber com companhia feminina.

 

 

Subsídios- Se considerarmos a O.C.M comunitária para o sector do vinho (que está prestes a ser remodelada), este, e todo o seu processo de laboração, poderiam beneficiar de todos os subsídios disponíveis, excepto o de destilação voluntária, pois, é bom demais para ser transformado em álcool.

sinto-me: bem
música: Serenity
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Domingo, 22 de Julho de 2007

Vinhos em noites de fim de semana

 Visconde de Borba

Marcolino Sebo

Tinto Regional Alentejano

Colheita 2005

Trincadeira, Castelão, Aragonêz

Preço 3,89€ (Supermercado Plus)

 

Apresentação

Normal. Menções obrigatórias inscritas em vários tipos de letra, não favorece. Rolha, peça inteira de cortiça. Garrafa, Bordalesa castanha.

  

Prova

Aspecto- Violeta aberto, com toques de castanho. Limpo.

Nariz- Aromas de fermento. Após agitação ligeira, toques de frutos vermelhos maduros.

Boca- O seu forte. Corpo aceitável, acidez que lhe dá alguma longevidade no boca. Fácil de beber.

 

Relação Preço/Qualidade- Não é vinho para custar mais de 3 €.

 

Avaliação Final

Típico vinho de “Combate”, contudo, deveria ser mais barato. Escorrega bem, mas com fraco potencial aromático.

 

Nota Final

 À semelhança de anteriores vinhos do Alentejo não merece mais de 13 valores.

 

 

Visconde- Oitavo título nobiliárquico mais importante a seguir ao Imperador, Rei, Regente, Príncipe, Infante, Duque, Marquês, Conde, e Conde Barão. O primeiro visconde português foi D.Leonel de Lima no reinado de D.Afonso V (1448-1481).

 

 

Imagem:Flag Portugal (1707).svg

 

D. Afonso V o "Africano"  e a nossa bandeira à altura, fundo branco como o escudo e coroa.

 

sinto-me: bem
música: Miss Jackson
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Terça-feira, 10 de Julho de 2007

Vinhos em noites de fim de semana

 Monte da Cal

Tinto Regional Alentejano

Colheita 2004

Aragonês, Alfrocheiro, Alicante Bouschet

Preço 3,98€ (Jumbo)

 

Apresentação

Elegante e Correcta. Rotulagem conseguida, embora a indicação regional no rótulo esteja num cinzento quase imperceptível. Rolha, é um granulado que necessitou tensão excessiva para ser extraído. Garrafa bordalesa castanha.

 

Prova

Aspecto- Limpo, Rubi denso.

Nariz- Vínico forte, algo incompleto. Frutos maduros detectáveis, mas não sem esforço.  

Boca- Sente-se, mas perde a sua presença rapidamente.

 

Relação Preço/Qualidade- Justa , mas podia ser mais barato.

 

Avaliação Final

Com um aspecto excelente, contudo recolocado nuns degraus abaixo com o decorrer da prova. Na minha opinião, um típico Alentejano de anos com muito calor e maturações bruscas.  

 

Nota Final

 

13 Valores

 

 

Fronteira- Vila Portuguesa do Distrito de Portalegre, contudo sem fronteira com Espanha. É no seu conselho que se situa a Herdade da Cal. Em Fronteira vivem 3422 habitantes (dados 2004), a população diminuiu 9,2% desde 2001 até 2004. É uma de muitas vilas que o vinho ajuda a fazer parte do mapa de Portugal.

sinto-me: bem
música: rooster
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Sábado, 30 de Junho de 2007

Vinhos em noites de fim de semana

Colecção Privada Domingos Soares Franco

Branco Regional Terras do Sado

Colheita 2006

Verdelho

Preço 19,95€ (Garrafeira Alfaia Bairro Alto)

 

Apresentação

Boa. Sem encher o olho é elegante e personalizada. Rolha, Peça natural inteira. Garrafa bordalesa Verde.

 

Prova

Aspecto- Limpo, amarelo palha.

Nariz- Aroma citrino. Toques de fruta fresca de verão como Kiwi, e Meloa.

Boca- Início untuoso e fresco, final curto e mineral.

 

Relação Preço/Qualidade- Abrir uma garrafa destas no Bairro Alto só pode ser normal para indivíduos “bem na vida” .

 

Avaliação Final

Escolha ideal para uma conversa entre enófilos/enólogos que procuram algo com qualidade, diferente, fresco, e nacional. Vinho fácil de beber.

 

Nota Final

 

15,5 valores

 

 

           

Domingos Soares Franco- Membro do Conselho de Administração da José Maria da Fonseca, e responsável máximo pela Viticultura e Enologia. Actualmente, a empresa percorre o que auto denomina “Ciclo dos Mercados Estratégicos”. Onde tradição, qualidade, e criatividade se procuram equilibrar à volta de novas castas e novos vinhos, apetecíveis às novas gerações de consumidores.

sinto-me: bem
música: rooster
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Domingo, 10 de Junho de 2007

Vinhos em noites de fim de semana

 Moringue 

Tinto Regional Alentejano 

 Colheita 2004. 

Castelão, Aragonez e Trincadeira

Preço 2,19€ (Jumbo)

Apresentação

 

Correcta. Rotulagem conseguida. Nome sugestivo. Rolha, granulado "Twintop". Garrafa bordalesa castanha.

 

Prova

Aspecto- Limpo, rubi aberto.

Nariz- O seu forte. casamento perceptível entre amoras maduras e toques de madeira. 

Boca- Corpo ligeiro. Mineral. O final de vida está próximo.

 

Relação Preço/Qualidade- numa nota de 0 a 20, 14 valores.

 

 

Avaliação Final

Vinho que não fica mal num jantar despreocupado de amigos ou nas pequenas celebrações do dia a dia. neste caso acompanhou coelho e um naco de queijo.

 

Nota Final 

 

13 valores.  

 

 

 

MORINGUE- Peça cerâmica decorativa. Vulgarmente conhecida por bilha de dois bicos. provavelmente de origem Sul Americana ou Indiana (não há consenso científico), usada inicialmente para beber água.

 

 

sinto-me: bem
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Sexta-feira, 16 de Fevereiro de 2007

Nova OCM Vitivínicola -discutir é preciso-

Algures no actual espaço e tempo Europeu está em construção uma nova Organização Comum do Mercado (OCM) Vitivinícola. Todos esperamos pela sua chegada efectiva em 2007.
 
Bom seria, que o projecto de texto final para substituição do “velhinho” Regulamento (CE) Nº1493/1999 fosse ainda apresentado e discutido, em plena  presidência portuguesa do Conselho Europeu. Mais não seja pela potencial visibilidade do tema em terras Lusitanas, facto que poderia acrescentar algum “brainstroming nacional” à questão.
 
Desta vez, perante mais uma investida da União Europeia (UE) sobre a fileira do vinho, cabe-nos a nós, Portugueses, defendê-la racional e afincadamente, pois, a mesma é crucial para a nossa agricultura, indústria, secular na nossa existência e basilar na nossa economia. Logo, daqueles que têm, tiveram, ou pensam vir a ter rendimentos provenientes da vinha e do vinho, devem emergir sugestões e/ou análises críticas para aquilo que deve ser uma nova OCM Vitivinícola, em que os nossos reais e legítimos interesses não sejam mais uma vez subjugados aos tradicionais “tubarões da Europa” .
 
Contudo, enquanto se espera pela proposta integral de reforma, as linhas mestras vão sendo conhecidas através de declarações da comissária europeia da Agricultura, Mariann Fischer-Boel. É partindo destas intervenções que me permito tecer algumas considerações;   
 
1-“Não podemos continuar a incentivar a produção de milhões de hectolitros que não se consomem, se não combatermos esse decréscimo de consumo vamos ter problemas”
         Mariann Fischer-Boel Douro 09/2006
 
Ao produzir esta afirmação, a Comissária Europeia da Agricultura dá o mote para a necessidade da referida reforma. Porém, tal declaração embarca duas das vertentes do paradigma no sector, produção e comercialização. Apesar de interligadas, tem problemáticas diferentes, por isso, são dignas de ser analisadas separadamente.
 
Aceitando a produção excessiva como um problema na EU, então convinha dar sinais claros de não incentivo a práticas que anulam a vantagem comparativa de ter o melhor e mais bem adaptado potencial de produção. Assim, talvez fosse coerente e corajoso o fim da ajuda ao Enriquecimento, de forma progressiva, ou até mesmo de imediato. Acredito que com esta hipotética decisão se actuava em 4 frentes;
- Diminuição dos volumes produzidos (estímulo negativo em relação à prática e consequente desvalorização das vinhas de fraca qualidade para produção de vinho);
- Arranque de vinha (potencialmente substituível por outras de maior qualidade e que produzem menos quantidade);
- Indução ao melhoramento dos processos produtivos, reposicionamento estratégico de produtos e empresas no mercado, visando a optimização dos recursos naturais;
- Poupança de recursos humanos e financeiros, neste momento afectos aos controlos de execução (pela diminuição do recurso a esta prática enológica).    
 
Juntamente com o fim da ajuda, simplesmente proibir a adição de sacarose como meio de enriquecimento. Devia ser um ponto de honra Português fazer desaparecer da nova OCM esta variante da prática. No vinho só, e sempre, produtos naturais da uva.
 
Por outro lado, quanto aos limites e condições para a prática do Enriquecimento (Ponto C, Anexo V do Regulamento (CE) Nº1493/1999), é possível restringi-los ainda mais. Isto se, a intenção de diminuir os volumes produzidos é verdadeira e realmente quer-se apostar na qualidade e aptidões naturais para a produção de vinho.
 
Estas decisões provavelmente iriam afectar todos os países, mas quem conhece o sector sabe que é óbvia. Na minha opinião o começo da reforma era nesta prática enológica. No enriquecimento a UE gasta muito dinheiro a premiar a falta de qualidade.
 
Estranha-me que a Comissária fale tanto em acabar com a ajuda à Destilação Voluntária –medida que em Portugal criou alguns maus hábitos na produção de vinho, é verdade, mas que servia um propósito e até era insuficiente, pois, pelas minhas contas, não produzimos álcool de “boca” suficiente para os nossos Vinhos Licorosos-, e não dê uma palavra sobre Enriquecimento. Enfim prioridades que não se entendem.  
 
2- A comissária Europeia garantiu ainda que o arranque de vinha prevista na reforma é “voluntária”.
Agro-portal/Agro Notícias, 09/2006
 
Cá está mais do mesmo. E a mais do mesmo deveríamos responder da seguinte forma; Não somos, nem queremos ser, mendigos vendidos por cêntimos, já aprendemos no passado, prémio ao arranque não é solução.
 
Concordo em absoluto em melhorar a qualidade do nosso potencial de produção, e até com o produzir menos vinho, mas nunca com ter menos disponibilidade para novas plantações. 
 
Não é aceitável, nem lógico aceitar, um pedido de arranque definitivo, pois, todos sabem, até a Comissária, que a vinha é uma das poucas culturas para a qual temos condições favoráveis e a partir da qual podemos construir um sector super competitivo.
 
Por isso, se me é permitido diria o seguinte;
 
- Prémio para arranque em Portugal? Se fazem questão, sim! Pois ainda temos algumas vinhas de fraca qualidade. Mas nunca abdicaremos do “activo gerador de riqueza”, i.e., o direito de plantação;
 
- Este é nosso, propriedade da agricultura nacional (do estado), sempre disponível para um futuro que eu acredito que será de conquista de novos mercados e consumidores. É preciso é trabalho, formação, qualificação e coragem ao nível de recursos humanos;
 
- Mais, é aceitável pedir a redução da produção de vinho em Portugal, mas vendo alguns indicadores fornecidos pelo IVV nos seus anuários, é bastante questionável qual deve ser o nosso esforço para tal. Não será ao trio Espanha, França, Itália que se deverá pedir a fatia de esforço mais significativa?
 
Sinceramente, espero que quem ganha o seu ordenado para defender a agricultura Portuguesa em Bruxelas tenha feito o trabalho de casa, há muito por onde “pegar”, discutir, e reformar. A única condição de base é perceber do sector como um todo. 
 
A propósito, perguntem à empresa agrícola Companhia das Lezírias o que está a fazer em relação às suas vinhas? Logo, terão a resposta dada pelo estado, a uma reforma que funcionários do estado (e não só) vão negociar em Bruxelas. Contra o lema “menos e melhor”, da Comissária, nós devemos responder com “melhor sim, mais ou menos, quem decide é o mercado e os seus “players”. Não abdicamos dos direitos de plantação, a UE, tal qual, a administração de cada estado membro é reguladora, logo, um árbitro, e árbitros não devem querer estabelecer o resultado final”
 
Nota Final
 
Muito mais havia para dizer sobre a OCM e seus aspectos relacionados, claramente necessitados de novas abordagens -Distribuição, Comercialização, Promoção e Fiscalização-. Por isso, mais contributos devem tornar-se públicos. Desta vez, governo, agentes económicos e sociedade civil devem unir-se e contribuir para uma nova OCM (seja ela em que moldes for) de acordo com os nossos interesses. Tendo sempre presente que cada pé de vinha gera emprego desde o campo até à mesa do restaurante.
 
Paulo Roxo
Engenheiro Agrónomo
Ligado ao sector Vitivinícola desde 2000

 

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publicado por Planeta Roxo às 19:53

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